Aquecimento Global é Fraude! Al Gore pode perder o Oscar! (?)
Posted: 08/12/2009 in Aquecimento GlobalEtiquetas:Al Gore, Aquecimento Global, Clima, EUA, Fraude, Mundo, Terra
O debate do clima não merece editoriais apocalíptico
Posted: 08/12/2009 in Aquecimento GlobalEtiquetas:Aquecimento, Clima, Conspiração, Copenhaga, Global, Governo

Mais de 50 jornais de 44 países, inclusive do Brasil, publicam hoje um editorial conjunto acerca da Conferência das Partes do Clima (COP15) em Copenhague. O editorial, proposto pelo jornal inglês The Guardian, curiosamente consta apenas do Miami Herald e sua versão em espanhol nos Estados Unidos, não aparecendo nas páginas de OP-ED (opinião) de nenhum dos principais diários do país como New York Times, Washington Post ou USA Today. No Reino Unido, tão-somente o Irish Times reproduz o editorial do Guardian. Igualmente os principais jornais de Rio e São Paulo, no Brasil, não se juntaram ao protesto coordenado. O manifesto, em alguns momentos apocalíptico, em outros panfletário, ignora fatos, sonega outros e distorce importantes pontos do debate do clima. Vários pontos merecem comentários:
“Agora, os fatos começaram a falar por si: 11 dos últimos 14 anos foram os mais quentes já registrados, o gelo do Ártico está derretendo e a alta nos preços do petróleo e dos alimentos no ano passado é um exemplo do caos que pode estar por vir“.
É uma falácia que os últimos 11 anos foram os 14 mais quentes já registrados. Trata-se de um absurdo científico, considerando que o planeta já experimentou no passado fases de temperatura incrivelmente mais elevadas. Os níveis de CO2 nos últimos 50 anos aumentaram 50 ppm (partes por milhão) na última metade de século, alcançando hoje ao redor de 388 ppm, mas o planeta já passou por épocas em que os níveis de CO2 chegaram a 5 mil ppm. Nos Estados Unidos, que possuem uma base de dados mais completa e atualizada que a brasileira, os anos mais quentes do último século ocorreram na década de 30. Os recordes de calor do Rio Grande do Sul de 1917 e 1943 seguem até hoje intocados.
O Ártico, realmente, perdeu massa de gelo nos últimos anos, apesar do degelo em 2009 e 2008 ter sido menor do que em 2007. Da mesma forma que o Ártico, também entre as décadas de 20 e 30, experimentou um período de perda de massa de gelo. Recentemente, o Met Office, serviço meteorológico da Grã-Bretanha, ferrenho defensor da influência humana no clima, atestou em comunidade que “a alta variabilidade (da cobertura de gelo no Ártico) torna muito difícil de atribuir a redução na cobertura de gelo às emissões de gases do efeito estufa pelo homem. O editorial sonega do público que a Antártida teve em 2007 um recorde na sua cobertura de gelo desde que iniciadas as medições por satélite em 1979. Há poucos dias, na Folha de São Paulo, o enviado especial à base brasileira Comandante Ferraz na Antártida noticiava o espanto dos cientistas do Brasil na região com o que vem ocorrendo. Segundo eles, os invernos rigorosos ocorriam em média a cada quatro anos e agora 2007 e 2009 tiveram invernos muito mais frios que a média na região. A base segue coberta de neve no mês de dezembro, quando não deveria haver mais, o que levou o correspondente da Folha a afirmar que “ao menos nesta parte da Antártida a melhor expressão é resfriamento global”.
Atribuir à alta do preço do petróleo às mudanças no clima é uma ignorância econômica primária. Demanda, especulação financeira e depreciação do dólar foram os fatores que levaram à alta do petróleo nos últimos anos. O mesmo em relação a outras commodities como os produtos agrícolas que viram seus preços ir às alturas com a queda do dólar no mercado internacional e a maior demanda de países em desenvolvimento. No caso dos alimentos, há outro agravante que está sim relacionado ao aquecimento global, mas pela via transversa. A fim de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, grãos passaram a ser usados na produção de biocombustíveis, o que é apontado por especialistas como uma das razões para o aumento nos preços em todo o mundo. Esses mesmos analistas alertaram que o uso de grãos (soja, milho, etc) na produção de biocombustíveis estava fazendo com que áreas de florestas em regiões tropicais, da Malásia ao Brasil, estivessem sendo desmatadas para abrir espaço para plantações. Ou seja, o remédio se transformou na doença. Curiosamente, os mesmos jornais que hoje no Brasil publicam esta editorial comemoraram no passado também em editoriais os biocombustíveis devido aos benefícios econômicos para a agricultura local.
Diz também o editorial:
“Nas publicações científicas, a questão não é mais se os seres humanos devem levar a culpa pelo que está acontecendo, mas quão curto é o tempo que temos para reduzir os danos”.
Trata-se de outra falácia. O alegado consenso sobre a responsabilidade humana nas mudanças climáticas é um engodo que se repete ad nauseam. No ano passado, um estudo (Brown, F., J. Annan, and R.A. Pielke Sr., 2008: Is there agreement amongst climate scientists on the IPCC AR4 WG1?) revelou que “a afirmação de que o homem não tem um papel importante na forçante climática é falsa, entretanto ainda existe uma controvérsia muito significativa quanto à magnitude dos seus impactos”. Logo, não é possível sustentar em editorial que “nas publicações científicas a questão não é mais se os seres humanos devem levar a culpa pelo que está acontecendo”. A Sociedade de Meteorologia dos Estados Uunidos (AMS) acaba de publicar uma pesquisa feito junto aos prognosticadores do tempo na televisão norte-americana associados à entidade que diariamente levam a previsão para milhões de pessoas. Apenas 35% concordam com a afirmação do IPCC de que “o aquecimento do sistema climático é inequívoco”. Metade discordou que “a maior parte do aquecimento ocorrido desde 1950 é causado pelo homem”. Exíguos 3% concordaram que “os modelos climáticos globais são confiáveis em suas previsões de aquecimento do planeta”.
Também no editorial:
“As mudanças climáticas foram causadas ao longo de séculos e têm consequências que durarão para sempre. As nossas chances de frear o problema serão determinadas nos próximos 14 dias”.
Atestar que mudanças climáticas são irreversíveis denota outra ignorância científica. O planeta sempre alternou períodos quentes e frios que não duraram para sempre. Ao denominado Período de Aquecimento Medieval (MWP) seguiu-se a Pequena Era do Gelo (LIA) entre os anos 1500 e 1900 dC. O aquecimento medieval, contudo, não consta do chamado gráfico Hockey Stick de Michael Mann, citado no escândalo Climategate, apesar de estar presente na maioria dos trabalhos sérios de reconstrução climática na paleoclimatologia. A única constante na Natureza é a mudança e em determinado momento do futuro a Terra voltará a sofrer com glaciação.
No editorial:
“A ciência envolvida é complexa, mas os fatos são claros. O mundo precisa agir para limitar a 2ºC o aumento da temperatura global, um objetivo que exigirá que as emissões mundiais de gases-estufa alcancem um teto e comecem a cair nos próximos cinco a 10 anos. Um aquecimento maior, de 3ºC a 4ºC – o menor aumento que podemos esperar se continuarmos sem fazer nada -, poderá levar seca aos continentes, transformando áreas agrícolas em desertos”.
O editorial afirma que o menor aumento que pode ser esperado (3ºC a 4ºC) não tem sustentação científica. O relatório do IPCC de 2007 diz que no melhor cenário (B1) o aquecimento seria de 1,8ºC (variação entre 1,1ºC e 2,9ºC). Logo, o mínimo sustentado pelos cientistas da ONU não é 3ºC, mas 1,1ºC.
Mais:
“Mesmo agora, o mundo se encontra dependente da política interna americana, pois o presidente não pode se comprometer completamente com as ações até que o Congresso americano o faça”.
Obama não pode se comprometer completamente porque governa um país democrático, não uma ditadura, em que as decisões nacionais passam pelo Legislativo. O Congresso, muitas vezes reflete a opinião pública, e no caso dos Estados Unidos, não há consenso entre a população de que o aquecimento global seja um caso urgente. A última pesquisa do Pew Research Center mostrou que despencou a crença no público americano nas teses das mudanças climáticas. Apenas 35% dizem que as mudanças climáticas constituem um problema sério contra 44% em 2008. Entre os ouvidos, 57% acreditam que o planeta aqueceu nas últimas décadas contra 71% dos ouvidos em 2008. Apenas 36% dizem que a influência na temperatura é humana, muito abaixo dos 47% da pesquisa do ano anterior. Nos Estados Unidos, diferentemente do Brasil, a grande imprensa ouve todos os lados envolvidos no debate climático, entre eles os céticos, o que permite à população formar opinião a partir de vários pontos de vista. No Brasil, a cobertura do escândalo Climategate, por exemplo, foi pífia.
Ainda no editorial:
“Muitos de nós, particularmente no mundo desenvolvido, terão de mudar seus estilos de vida. A era de voos que custam menos do que a corrida de táxi até o aeroporto está chegando ao fim. Teremos que comprar, comer e viajar de forma mais inteligente. Teremos de pagar mais pela nossa energia e usá-la menos”.
Perguntas: Como os repórteres dos jornais que foram a Copenhague viajaram ? Não foram de avião ? Seus patrões não buscaram as passagens mais baratas ? Quantos dos donos destes jornais deixaram de andar de carro ou mudaram seus estilos de vida até hoje ? Se o custo da luz for aumentado para combater o aquecimento global, muitos destes jornais que publicaram o editorial serão os primeiros a protestar contra a energia mais cara para a população. A propósito, a imprensa dá conta que em Copenhague é tão grande a demanda por limusines entre os presentes na conferência que houve a necessidade de buscar duas centenas destes veículos em outros países da Europa.
Fonte: Metsul
Pontes em queda
Posted: 04/12/2009 in Crise EconómicaEtiquetas:Crise, Entre os Rios, EP, Estradas, Governo, Portugal

Ao que parece nenhum ensinamento foi retido depois da tragédia da queda da ponte em Entre-os-Rios, ou se foi tragédia, foi apenas para os familiares das vitimas.
A Estradas de Portugal diz que detectou problemas em 170 pontes e viadutos, 20 já intervencionados. Mas porque “os recursos não chegam para tudo”, as fiscalizações subaquáticas tiveram de passar para 2010.
“Apesar de ter detectado problemas estruturais em 170 pontes e viadutos, a Estradas de Portugal garante que a “situação está controlada” e não há razões para alarme. No entanto, e precisamente para evitar alarmismos, não indica quais são os casos mais complicados, adiantando apenas que há situações “graves” em várias pontes do IP3 (que liga Vila Verde da Raia à Figueira da Foz) na barragem da Aguieira. Certo é que a falta de verbas levou ao adiamento, para 2010, do Programa de Inspecções Subaquáticas, que deveria ter recomeçado este ano. Situação altamente criticada pelos autarcas, designadamente pela Associação Nacional de Municípios. “Será que as inspecções são assim tão caras que não há dinheiro para as fazer?”, pergunta Fernando Ruas.
Em declarações à TSF, o vice-presidente da Estradas de Portugal admite que os 170 casos que aguardam obras se realizarão nos próximos quatro anos, tendo a empresa 20 milhões previstos para este domínio em 2010. Quanto às inspecções subaquáticas, que deveriam este ano ter fiscalizado 80 pontes, foram adiadas, disse Eduardo Gomes, porque “primeiro é preciso concluir as obras nos casos problemáticos já conhecidos” e, além do mais, “os recursos não chegam para tudo”.
Ao início da noite, em comunicado, a empresa especificou que, desde 2001, realizou 3502 inspecções principais – são realizadas de cinco em cinco anos para avaliar os níveis de segurança estrutural das obras de arte -, das quais 574 já este ano. Os estados de conservação são classificados de EC0 (excelente) a EC5 (intervenção imediata), havendo actualmente 150 obras com EC4 e 19 com EC5, adianta. No entanto, garante que “17 estão desactivadas, 109 em projecto, 35 em obras e oito em intervenção a cargo de outras entidades”. Salienta ainda ter já concluído, nas quase cinco mil obras de arte sob a sua tutela, 250 reabilitações, estando em curso 45 e 46 em concurso. Há 221 projectos a decorrer.
O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando Santo, critica as opções políticas considerando que “se há dinheiro para obras novas tem de haver para manter as existentes”. Na mesma lógica, o presidente da autarquia de Santa Comba Dão (ver caixa) considera que “o País não tem capacidade para continuar a ‘desperdiçar’ recursos, pelo que deveria canalizar os meios disponíveis para a recuperação do património edificado”. Mas admite que a nova auto-estrada Viseu-Coimbra “é prioritária”.
Já Reis Campos, presidente da Confederação da Construção, lamenta a polémica. “Esperávamos que a reabilitação fosse reactivada rapidamente. O sector vive momentos dramáticos, já perdeu mais de 119 mil empregos desde 2002 e, só este ano, já mandou para o desemprego 50 475 trabalhadores”, afirma.”
Fonte: DN
Salário minimo aumentado (?)
Posted: 04/12/2009 in GovernoEtiquetas:Governo, Minimo, Portugal, PS, Salário, Sócrates
Porque nem tudo podem ser más noticias, o nosso Primeiro-Ministro anunciou que irá propor o aumento do sálario minimo para 475€ já para 2010.
“O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje, na Assembleia da República, na abertura do debate quinzenal, que vai propor à concertação social que o salário mínimo se tabele em 475 euros no próximo ano.
Na sua intervenção inicial, José Sócrates referiu que o valor avançado «cumpre o acordo estabelecido com os parceiros sociais».
«Aumentando agora o salário mínimo para 475 euros, respeitaremos escrupulosamente esse acordo e a evolução nele prevista. Mas a segunda razão é ainda mais importante: o aumento do salário mínimo é mais um passo dado num caminho que deve mobilizar todo o país, o caminho da justiça social», defendeu Sócrates perante os deputados.
O primeiro-ministro aludiu depois a correntes de opinião que criticarão a sua decisão de aumentar o salário mínimo numa conjuntura económica de crise.
No entanto, o líder do executivo contrapôs que «é nos tempos de dificuldade que devemos olhar com mais atenção para quem mais precisa».
«É nos tempos de dificuldade que mais devemos promover medidas que reduzam as desigualdades, combatam a pobreza e promovam a justiça social», sustentou.”
Fonte: TSF
(re)post da ex-ministra da saude Finlandesa
Posted: 29/11/2009 in Gripe AEtiquetas:Finlândia, Gripe A, Pandemia, Saude, vacina
Já aqui tinha deixado o video da ex-ministra da saude finlandesa Dra Rauni Kilde a falar (sem papas na lingua) da gripe A, contudo o vinho tinha legendas em espanhol. Agora deixo aqui o mesmo video mas com legendas em português. Obrigado ao Papinhas por me ter mandado o link do filme!
Os Intocaveis
Posted: 26/11/2009 in GovernoEtiquetas:Armando, Corrupção, Face Oculta, Governo, Mario Crespo, Portugal, Sócrates, Vara
Chegou-me ao e-mail uma opinião do Jornalista Mário Crespo que acho que deve ser partilhada com todos. O meu agradecimento ao Sr Arménio Silva por me fazer chegar este texto.
Os intocáveis
“O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira – se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa. Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver.
A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas.
É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: “O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)”. O “Senhor jornalista” provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no “no comment” a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano.
Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.”
Virus H1N1 em mudança?
Posted: 21/11/2009 in Gripe AEtiquetas:Estirpe, Gales, Gripe A, H1N1, Mutação, Noruega, OMS, Pandemia, Reino Unido, Saude, Tamiflu, Virus

Segundo foi noticiado ontem, surgiu no País de Gales a primeira mutação do virus da gripe A transmissível de pessoa para pessoa e que é resistente ao Tamiflu!
“As autoridades de saúde britânicas abriram, esta sexta-feira, um inquérito para investigar possíveis casos de transmissão interpessoal de uma nova estirpe do vírus H1N1, que é resistente ao tratamento com o antiviral Tamiflu. A confirmar-se, esta será a primeira mutação do vírus da gripe A que pode transmitir-se entre as pessoas.
São até agora conhecidos, no país de Gales, cinco casos de doentes portadores de uma estirpe do vírus H1N1 resistente ao medicamento antiviral, Tamiflu, produzido pelos laboratórios da farmacêutica suíça Roche.
Estes doentes, com graves problemas de saúde relacionados com a contracção do vírus, foram admitidos no hospital universitário do país de Gales, em Cardiff.
De acordo com a BBC, na sequência destes casos foi aberto um inquérito para determinar se três dos doentes foram infectados por uma estirpe do vírus resistente ao Tamiflu, indicou a Agência de Protecção Sanitária (HPA).
Se as suspeitas se confirmarem, estes serão os primeiros casos confirmados no mundo de transmissão de pessoa para pessoal de uma estirpe do vírus H1N1, resistente ao medicamento antivirial.
Dois dos cinco pacientes recuperaram e tiveram alta do hospital. Um dos três pacientes ainda hospitalizados está em estado grave.
Segundo o serviço de saúde pública da região três dos doentes podem ter sido contaminados no próprio hospital.
Já esta sexta-feira, foi confirmada a primeira mutação do vírus H1N1 na Noruega.”
Além da Noruega, já foram igualmente detectados casos de mutação do vírus desde Abril no Brasil, na China, no Japão, no México, na Ucrânia e nos Estados Unidos, segundo o comunicado da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A TSF contactou o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças Infecciosas que avançou que há informação de suspeitas de mais casos em outros países de resistência ao Tamiflu, também por transmissão de pessoa para pessoa, mas este é o primeiro a ser tornado público.”
Fonte: TSF
Entre a religião e a politica
Posted: 19/11/2009 in ReligiãoEtiquetas:Junta Freguesia, Padre, Politica, PS, PSD, Religião

A Igreja a meu ver, deve e tem de ser um entidade apartidária, que defenda os ensinamentos bíblicos e não um qualquer programa de um partido político.
Foi noticiado hoje o caso de um Padre que mandou uma carta à população da sua freguesia dizendo que vivem todos no pecado, pois não votaram no candidato do PS à Junta de Freguesia. São estes pequenos acontecimentos que nos mostram que politica e a religião estão presas por um fio muito pequenino.
“A freguesia da Areosa, em Viana do Castelo, está em polvorosa porque um padre, em conflito com o presidente da Junta, escreveu à população dizendo que todos “vivem no pecado há mais de 50 anos”.
A carta que está a gerar controvérsia surgiu depois de, em Outubro último, o padre Manuel Quintas – reitor do Santuário de Santa Luzia – ter apelado ao voto no candidato do PS à Junta (que perdeu).
Apesar da “oposição” do padre, transmitida até em celebrações eucarísticas, António Longarito (PSD) foi reeleito. “Eu votarei António Barreiros de Carvalho”, escreveu então Manuel Quintas. “É o homem de que Areosa precisa. Isto porque Areosa precisa de se encontrar consigo mesma. Precisa de saber onde começa, por onde passa e até onde vai”, adiantava, num texto ilustrado com a sua fotografia e assinado pelo seu punho.
Após os resultados, o padre voltou a escrever esta semana à população: “Não me revejo em partidos (…). Se fosse obrigatório filiar-me, filiava-me no partido do Rei. Sou Monárquico e nunca o escondi”, frisou, justificando o voto no socialista por ser um “homem capaz de, preto no branco, recuperar o que tantos e tantas se desleixaram em defender” – referência aos conflitos que Areosa mantém com quase todas as freguesias vizinhas sobre limites territoriais.
Denunciando “desleixo”, “inoperância” e “incapacidade” na freguesia, Manuel Quintas disse que devia explicações ao “Burgo Areosense, que vive em pecado há mais de 50 anos” – afirmações que não estão a cair bem na população.
Apesar de “para já” não se pronunciar, António Longarito admitiu que a “animosidade” do padre deverá ter origem numas que a Junta fez na igreja da Areosa. “Como ele não se dá com o pároco da Areosa, certamente não gostou que eu tivesse feito obras no adro”, frisou, acrescentando: “Deve ser uma questão de ciúmes.”
Fonte: Diário de Noticias
Até quando nos vão atirar areia para os olhos. Foi noticiada hoje a morte de mais um feto depois da mãe ter sido vacinada contra a gripe. Sobe assim para 3 o número de casos de fetos mortos após as mães terem sido vacinadas contra a Gripe A.
A noticia pode ser lida aqui:
“Deu ontem entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, mais uma grávida com um feto morto e que tinha sido vacina contra a gripe A (H1N1). É o terceiro caso em poucos dias, mas as autoridades não confirmaram até agora nenhuma relação causa-efeito entre a morte dos fetos e a inoculação.
A jovem de 27 anos estava grávida de vinte semanas e tinha sido vacinada no início do mês. Deu ontem entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, que confirmou a morte do feto, que será autopsiado.
Ontem foi confirmada, no hospital CUF Descobertas, a morte de um feto de 34 semanas, cinco dias depois de a mãe ter sido vacinada contra a gripe A. A situação surgiu dois dias depois de uma outra mulher, vacinada em Portalegre, ter perdido a filha que esperava há também 34 semanas. A Direcção-Geral da Saúde recusa comentar o caso até serem conhecidos os resultados de análises e testes que só podem ser feitos depois do nascimento.
O director clínico do Hospital CUF Descobertas garantiu hoje que vai ser feita autópsia ao feto que morreu com 34 semanas. A autópsia poderá ser fundamental para encontrar a causa da morte, mas os médicos recusam estabelecer uma ligação entre a morte do bebé e a vacina para a gripe A”